Projeto Roda Lá e Cá continua suas apresentações em Alagados e Mutuípe


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O projeto Roda Lá e Cá continua suas apresentações no Centro Cultural Alagados e Casa de Mutuípe – espaços culturais administrados pela Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA) –, com o Espetáculo As Histórias de Migué Passarim do Mistério Dourado, nos dias 11, 12 e 13 de março, às 16h, em Salvador, e Oficina de Teatro de Bonecos, entre os dias 14 e 21, de segunda-feira a sexta-feira, em Mutuípe. A iniciativa conta com apoio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, mecanismo de fomento à cultura gerido pelas secretarias de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e da Fazenda (Sefaz).

O espetáculo conta a história de Migué Passarim, um marinheiro que passou pelas áreas inundada para dar lugar à construção da Barragem de Sobradinho, na década de 70. Milhares de famílias precisaram ser realocadas das regiões inundadas.  De forma lírica, a peça é construída em cima das memórias desse povo que viu as águas do Rio São Francisco serem represadas. A peça nasceu de uma pesquisa de imersão realizada pelas cidades de Santo Sé, Casa Nova, Pilão Arcado e Remanso. Oscilam entre cenas de felicidade e tristezas, chegadas e partidas.

Já em Mutuípe, o público pode experimentar formas de manipulação, confeccionando bonecos dos mais diversos materiais, através da Oficina de Teatro de Bonecos, que faz parte do Projeto Espia Só o Balaio do Moinho.

Grupo de Teatro Roda Moinho – formado em 2008, com ações de formação em teatro em escolas do subúrbio de Salvador, busca hoje direcionar progressivamente sua atuação no interior da Bahia, no sertão, na região da Barragem de Sobradinho e no território de identidade Piemonte Paraguaçu. Visa o fortalecimento do teatro popular e trabalham através de oficinas, cursos, contações de história, jogos animados, teatro e confeçcção de máscaras e teatro do oprimido, desenvolvidas em ambientes como escolas públicas, universidades, regiões periféricas e comunidades rurais.

O projeto – Roda Lá e CÁ tem como proposta ocupar o Centro Cultural Alagados, em Salvador e Casa de Cultura de Mutuípe, entre os meses de janeiro e junho, com ações diversas como, instalação cenográfica “Espia só o Balaio do Moinho”, apresentações das caixas de lambe-lambe com os espetáculos “Da terra à luta” e “Meu Ninho Meu Sertão”; Sessões de Contação de Histórias; Espetáculo “As histórias de Migué Passarim do Mistero Dourado”; Oficinas de Teatro de Bonecos; Oficinas de Contação de Histórias; Oficina de Teatro e Confecção de Máscaras e espetáculo “Sebastiana, a versátil do teatro ou muleque, cê me deixe”.

Sobre o Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br

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