Resultados e Metas

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A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT) administra 17 espaços culturais localizados em 13 municípios baianos. São casas e centros de cultura, teatros e cines-teatros que funcionam como espaços de produção e difusão culturais e de sociabilidade nas cidades e bairros onde estão situados.

Entre 2007 e 2010, a SECULT promoveu avanços na gestão desses espaços, priorizando a ocupação de pautas para atividades artístico-culturais. Este trabalho de dinamização gerou impactos positivos no que se refere à quantidade de eventos promovidos, público atingido e receita gerada. Nesses quatro anos de gestão houve um aumento do número de atividades artístico-culturais realizadas nesses espaços, que abrigaram 5.932 eventos, em 22.692 sessões, que reuniram um público de 1.353.121 pessoas, gerando uma receita bruta de R$ 2.101.769,00.

Além disso, a SECULT começou a investir na requalificação dos espaços com a realização de reformas e aquisição de equipamentos, depois muitos anos sem manutenção. Nos quatro anos de gestão, a maioria dos espaços culturais passou por intervenções físicas, cujo investimento total foi de R$ 2.093.452,00. No que se refere à modernização, foram investidos R$ 1.786.907,38 em aquisição de novos equipamentos cênicos.

Essas ações proporcionaram maior conforto para o público frequentador e melhor estrutura para os artistas. No entanto, cabe destacar que pela quantidade de espaços, pela grande necessidade de manutenção e intervenção física, pela defasagem dos riders técnicos, o investimento destinado até então foi insuficiente.

Nos últimos quatro anos, entre 2011 e 2014, a Diretoria de Espaços Culturais – DEC vem ampliando suas ações e investimentos. O grande destaque, em relação ao orçamento, foi o contínuo crescimento do investimento em Programação. Desde 2013, os recursos destinados à realização de atividades artístico-culturais nos espaços da SecultBA ultrapassaram em mais de 100% o investimento nesta área se comparado com os dois primeiros anos desta gestão. O recurso da Coordenação de Programação saiu de R$ 100.000,00 em 2011 para aproximadamente R$ 1.300.000,00 em 2014.

A Coordenação Administrativa é um setor que assegura as condições de funcionamento dos espaços, incluindo manutenção da estrutura física, contratação de recursos humanos, contratação de serviços, aquisição e distribuição materiais, aquisição e instalação de equipamentos, somando um investimento de mais R$ 30.000.000,00 em 4 (quatro) anos, sem contabilizar os custos com despesas com folha de pessoal (REDA, efetivos e cargos), água, energia e telefone.

Já a Coordenação de Gestão assume uma função lógica. Este setor é responsável por cuidar dos assuntos referentes a institucionalização dos espaços, normatização do uso, dos procedimentos, coleta e sistematização de informações quantitativas tais como arrecadação, públicos, número de atividades, sessões, etc. A partir de 2012, esta Coordenação assumiu ainda o edital de Dinamização de Espaços Culturais, que chegou em 2014 com um investimento de cerca de R$ 2.300.000,00, em 27 propostas aprovadas nas 02 edições do edital.

Dando seguimento ao seu trabalho institucional, a Coordenação de Gestão iniciou em 2014, através da ação “DEC em Diálogo”, o contato com a comunidade cultural para discutir a implantação dos Colegiados de Gestão Participativa nos Espaços Culturais. Após a realização de diálogos com os coordenadores de espaços culturais e com a comunidade cultural, em espaços da capital e do interior, foi elaborada uma minuta e encaminhada ao Secretário de Cultura. Este documento serviu para a publicação da Portaria 338/2014, que institui os Colegiados de Gestão Participativa nos Espaços Culturais da SecultBA.

Metas da Diretoria de Espaços Culturais

A Diretoria de Espaços Culturais traçou 10 metas que balizam sua atuação. As metas da DEC são:

  • Aprimorar a gestão dos espaços culturais da SECULT
  • Priorizar o uso dos espaços para atividades de conteúdo artístico-cultural
  • Requalificar física e tecnologicamente os espaços culturais
  • Tornar os espaços acessíveis a todos
  • Ampliar e qualificar as equipes dos espaços
  • Diversificar a programação dos espaços
  • Ampliar os recursos destinados aos espaços
  • Tornar-se espaços de referência (de criação, formação e fruição) nos territórios de identidade
  • Articular-se com outros espaços culturais do estado, públicos ou privados
  • Desenvolver política setorial para espaços
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